Mc 2:15-28 Lc 5: 30-39
É muito interessante como as coisas mudam de acordo com o a leitura que fazemos delas. E na palavra de Deus isso é ainda mais impressionante, pois ela se renova a cada dia e o Espírito sopra de maneiras diferentes.
Nesses dois textos algo além do óbvio me chamou a atenção. Jesus está quebrando paradigmas, arrebentando preconceitos, destruindo a religiosidade.
Esses homens a quem Jesus confronta de certa maneira serviam a Deus. Os discípulos de João, talvez mais que os farizeus, mas ambos tinham uma cegueira que não os permitia viver a vida com Deus fora do seu livrinho de regras.
Jesus, com sabedoria, amor e firmeza confrontou a todos e não se importou com os seus velhos conceitos de como deve se viver a vida com Deus.
Jesus apresentou novas verdades e até mesmo reconheceu que quem bebe o velho, vai preferir o velho.
O velho representa conforto. Quando vivemos uma vida regular, uma rotina, o risco de surpresas, de vivenciarmos situações novas com as quais não saberemos lidar, quase não existe. Não há grandes desafios e muitos preferem essa vida.
Agora, não há como viver o evangelho ser se arriscar. É impossivel viver o verdadeiro cristianismo sem abandonar nossa zona de conforto e colocar a nossa "cara a tapa".
Jesus é o vinho novo e ele precisa de odres novos, e certamente que o vinho velho é melhor, mas o vinho novo (Jesus) vai envelhecer pela eternidade e ficará muito melhor, enquanto o vinho já velho agora se tornará uma vinagre desagradável.
Jesus é o vinho perfeito, a melhor safra, da melhor videira e os que tem paciencia de suportar os desafios, a aflições deste mundo irão desfrutar na eternidade de algo jamais visto ou imaginado.
Contudo o desafio de agora é quebrar os paradigmas, estabelecer novos padrões, enfrentar o mundo com a verdade.
Jesus pode nos cobrar isso, pois ele mesmo o fez. Ele foi o modelo, como foi em tudo.
Parece simples, mas é um grande desafio, pois são os detalhes que vão fazer a diferença.
Abandonar os grandes pecados não é TÃO difícil, para a maioria, mas os pequenos detalhes são os enroscos que nos impedem de crescer e que muitas vezes nos impedem durante a vida toda de romper e viver o sobrenatural, viver tudo aquilo que Jesus realmente tem para nós.
Bem, espero ter me feito entender...
Se liguem nos detalhes e quebrem os padrões, nadem contra a corrente!
Deus os capacite.
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
domingo, 9 de janeiro de 2011
Sobre a oração
Mat 6: 5-13 7:7-11 Lc 11:5-8 Lc 18:1-5
Há algum tempo o Senhor tem me incomodado a respeito da oração.
Existem muitas coisas que preciso melhorar nesse assunto, mas o que mais me incomoda é em relação a perseverança.
Nesse tempo de tribulação que eu e a Mary, junto com toda a família, estamos enfrentando me questionei várias vezes sobre a minha fé. Se realmente eu creio que Deus pode e quer a cura da Mary, ou quando oro a respeito de qualquer outra coisa que eu sei que está de acordo com sua palavra e suas promessas, eu deveria insistir até receber.
O que normalmente faço é orar, talvez algumas vezes e depois até esquecer do que pedi. Recebi ontem mesmo a notícia do falecimento de uma criança pela qual orei, pedi oração na igreja, mas que com certeza poderia ter batido mais na porta do Senhor, poderia ter clamadado mais.
Eu deveria fazer como Abraão e ficar buscando achar um meio de tocar o coração do Pai para livrar alguém, ou para conquistar algo.
Deveria ser importuno e ficar no ouvido do Pai até ele me dar uma resposta clara. Nem que seja um não, mas que seja claro. O problema é que geralmente me conformo com o silêncio e com a dúvida.
Uma criança quando quer algo fica choramingando no ouvido do pai, insiste até o limite, até o pai conceder ou ameaçar bater. E quando é uma criança esperta, ela busca meios, tenta agradar o pai, tenta se mostrar merecedora, o que ela não faz é desistir.
Creio que devemos nos colocar assim diante do nosso Pai também, como crianças insistentes e que vão fazer de tudo pro Pai dar o que elas querem.
O que não podemos é orar e desistir, como se estivéssemos pedindo algo sem a menor importância, algo que era só uma vontade boba.
Se realmente o que pedimos move o nosso coração, precisamos perseverar.
Um grande abraço!
Há algum tempo o Senhor tem me incomodado a respeito da oração.
Existem muitas coisas que preciso melhorar nesse assunto, mas o que mais me incomoda é em relação a perseverança.
Nesse tempo de tribulação que eu e a Mary, junto com toda a família, estamos enfrentando me questionei várias vezes sobre a minha fé. Se realmente eu creio que Deus pode e quer a cura da Mary, ou quando oro a respeito de qualquer outra coisa que eu sei que está de acordo com sua palavra e suas promessas, eu deveria insistir até receber.
O que normalmente faço é orar, talvez algumas vezes e depois até esquecer do que pedi. Recebi ontem mesmo a notícia do falecimento de uma criança pela qual orei, pedi oração na igreja, mas que com certeza poderia ter batido mais na porta do Senhor, poderia ter clamadado mais.
Eu deveria fazer como Abraão e ficar buscando achar um meio de tocar o coração do Pai para livrar alguém, ou para conquistar algo.
Deveria ser importuno e ficar no ouvido do Pai até ele me dar uma resposta clara. Nem que seja um não, mas que seja claro. O problema é que geralmente me conformo com o silêncio e com a dúvida.
Uma criança quando quer algo fica choramingando no ouvido do pai, insiste até o limite, até o pai conceder ou ameaçar bater. E quando é uma criança esperta, ela busca meios, tenta agradar o pai, tenta se mostrar merecedora, o que ela não faz é desistir.
Creio que devemos nos colocar assim diante do nosso Pai também, como crianças insistentes e que vão fazer de tudo pro Pai dar o que elas querem.
O que não podemos é orar e desistir, como se estivéssemos pedindo algo sem a menor importância, algo que era só uma vontade boba.
Se realmente o que pedimos move o nosso coração, precisamos perseverar.
Um grande abraço!
sábado, 8 de janeiro de 2011
Pois é galera...
Eu falhei....no dia sete não fiz devocional.
E bem nesse dia especial no qual completei Dez anos de Batismo na águas!
Mas graças a Deus que é misericordioso e que permanece fiel, até mesmo quando falhamos.
Me senti mal. Eu estava bem cansado e ia acordar muito cedo, teria um dia de muito trabalho pela frente, mas ja pensou se Ele também ficasse cansado? Se Ele deixasse de cuidar de mim por um segundo?
"Perdão Senhor, eu falhei, mas não desisto...estou na guerra"
Abraço a todos!
Orem por mim.
Eu falhei....no dia sete não fiz devocional.
E bem nesse dia especial no qual completei Dez anos de Batismo na águas!
Mas graças a Deus que é misericordioso e que permanece fiel, até mesmo quando falhamos.
Me senti mal. Eu estava bem cansado e ia acordar muito cedo, teria um dia de muito trabalho pela frente, mas ja pensou se Ele também ficasse cansado? Se Ele deixasse de cuidar de mim por um segundo?
"Perdão Senhor, eu falhei, mas não desisto...estou na guerra"
Abraço a todos!
Orem por mim.
Olá pessoal...
Eu estou vivo ainda e não desisti disso aqui. Só fiquei sem net e sem tempo.
Meu devocional do dia seis não foi lá "aquelas coisas", mas...Deus fala!
Só para vocês terem um idéia....faltou luz, estava um calor insuportável...dei um mergulho ná piscina, ja que o Ar não liga sem energia e depois fiz o devocional a luz de uma lanterna.
Lí um trecho do livro Santidade e Poder ( Milton Azevedo Filho, Editora Ágape) que falavra sobre opressão e jugo.
A palavra diz: "Vinde a mim, todos os que estais cansados e os oprimidos, e eu vos aliviarei." Mat 11:28.
Jesus diz que nos aliviaria, que o fardo dele é leve, mas mesmo depois de entregarmos nossas vidas a Ele, continuamos carregando fardos pesados, por que?
O diabo fica o tempo todo nos oferecendo coisas que parecem boas, mas que se tornam peso e amarram nossas vidas.
Isso pode acontecer em todas as áreas, inclusive quando assumimos funções demais na igreja e acabamos não dando conta de fazer, ou fazemos e ficamos esgotados, sem tempo para prioridades como a nossa própria família.
Outros jugos que nós tomamos sobre nós são dívivdas, e isso acontece porque nos deixamos levar pela leviandade desse mundo e inventamos necessidades que na verdade não temos.
Precisamos urgentemente nos desvencilharmos desse mundo e buscarmos o alivio do Senhor, pois não podemos passar a vida toda enroscados. É preciso romper!
Esse é o meu maior desejo em 2011, romper em fé!
Mas não basta desejar, tenho que correr atrás e não é fácil, pois o inimigo está na espreita!
Deus abençoe a todos!!!
Eu estou vivo ainda e não desisti disso aqui. Só fiquei sem net e sem tempo.
Meu devocional do dia seis não foi lá "aquelas coisas", mas...Deus fala!
Só para vocês terem um idéia....faltou luz, estava um calor insuportável...dei um mergulho ná piscina, ja que o Ar não liga sem energia e depois fiz o devocional a luz de uma lanterna.
Lí um trecho do livro Santidade e Poder ( Milton Azevedo Filho, Editora Ágape) que falavra sobre opressão e jugo.
A palavra diz: "Vinde a mim, todos os que estais cansados e os oprimidos, e eu vos aliviarei." Mat 11:28.
Jesus diz que nos aliviaria, que o fardo dele é leve, mas mesmo depois de entregarmos nossas vidas a Ele, continuamos carregando fardos pesados, por que?
O diabo fica o tempo todo nos oferecendo coisas que parecem boas, mas que se tornam peso e amarram nossas vidas.
Isso pode acontecer em todas as áreas, inclusive quando assumimos funções demais na igreja e acabamos não dando conta de fazer, ou fazemos e ficamos esgotados, sem tempo para prioridades como a nossa própria família.
Outros jugos que nós tomamos sobre nós são dívivdas, e isso acontece porque nos deixamos levar pela leviandade desse mundo e inventamos necessidades que na verdade não temos.
Precisamos urgentemente nos desvencilharmos desse mundo e buscarmos o alivio do Senhor, pois não podemos passar a vida toda enroscados. É preciso romper!
Esse é o meu maior desejo em 2011, romper em fé!
Mas não basta desejar, tenho que correr atrás e não é fácil, pois o inimigo está na espreita!
Deus abençoe a todos!!!
Portanto nós também, pois que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo o embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com paciência a carreira que nos está proposta,
Olhando para Jesus, autor e consumador da fé" Heb 12
Pensai nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra; Col 3:2
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
amigos e Amigos
Os últimos dias foram muito importantes para mim. Pude rever amigos que marcaram a minha vida, amigos que foram fundamentais e determinantes na minha história.
Hoje, porém, tive que despedir deles. Na hora eu fui durão, mas depois sozinho no carro não foi fácil.
Deixei-os em Gramado – RS e na volta para a casa visitei outro amigo, mais recente, e pude ouvi-lo compartilhar algumas frustrações com alguns amigos.
No caminho vim pensando sobre tudo isso, orei por eles e quis dar uma olhada no que a palavra fala sobre o tema.
Todo mundo deve conhecer esse texto:
Em todo o tempo ama o amigo e para a hora da angústia nasce o irmão. Pv 17:17
Como é importante ter um amigo, alguém para amar e para te amar, alguém com quem dividir as alegrias e tristezas, alguém para estar ao seu lado, mesmo estando longe. Mas amigos verdadeiros são cada vez mais raros.
Eu mesmo já me decepcionei várias vezes e quando perguntamos na Rede há um tempo atrás, muitos jovens demonstraram decepção em frustração.
Eu mesmo já me decepcionei várias vezes e quando perguntamos na Rede há um tempo atrás, muitos jovens demonstraram decepção em frustração.
Contudo nós não podemos desistir e como cristão devemos caçar essas pérolas que são os verdadeiros amigos.
Só que a primeira coisa a se fazer para achar um amigo é ser amigo. Não podemos exigir que as pessoas sejam o que nós não somos.
O amigo precisa ser confiável, sábio, honesto, tardio em irar-se e pronto para ouvir.
Essa última característica é muito importante, pois, estamos sempre prontos para falar, mas não queremos ouvir o que as pessoas tem a dizer, isso é um grande problema, já que amizade é um troca, uma parceria. Amizade não pode ser uma relação onde só um dá e o outro apenas suga.
O amigo não pode ser juiz, mas consolador.
Aquele que encobre a transgressão busca a amizade, mas o que revolve o assunto separa os maiores amigos. Pv17:9
Devemos proteger uns aos outros e não sermos delatores e caluniadores. Se o amigo está nu, o dever do outro é cobri-lo e não chamar a multidão para envergonha-lo diante de sua nudez.
E viu Cão, o pai de Canaã, a nudez do seu pai, e fê-lo saber a ambos seus irmãos no lado de fora.
Então tomaram Sem e Jafé uma capa, e puseram-na sobre ambos os seus ombros, e indo virados para trás, cobriram a nudez do seu pai, e os seus rostos estavam virados, de maneira que não viram a nudez do seu pai. Gn 9:22-23
As relações entre duas ou mais pessoas nunca é simples, haverão momento onde atritos irão acontecer, mas o cristão permitirá que o óleo do Espírito lubrifique as engrenagens da amizade e que o Senhor cumpra os seus propósitos.
Como o ferro com ferro se aguça, assim o homem afia o rosto do seu amigo. Pv 27:17
O Senhor também usa os nossos amigos para moldar o nosso caráter e devemos estar atentos para isso.Sempre podemos aprender algo com cada situação de nossas vidas.
Assim, independente de problemas, devemos sempre seguir o conselho da palavra que diz que:
Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho.
Porque se um cair, o outro levanta o seu companheiro; mas ai do que estiver só; pois, caindo, não haverá outro que o levante. Ecl 4:9-10
Entretando, podemos estar atentos a outro conselho:
O que anda com os sábios ficará sábio, mas o companheiro dos tolos será destruído.Pv 13:20
Escolha bem o seus amigos, mas não se esqueça de antes de tudo ser um bom amigo.Lembrando de que como você escolhe também será escolhido e como julga, será julgado
É imprescindível que tenhamos verdadeiros amigos ao nosso lado.
O homem de muitos amigos deve mostrar-se amigável, mas há um amigo mais chegado do que um irmão. Pv 18:24
Talvez não sejam muitos, mas creio que pelo menos um deve ser como esse exemplo abaixo, já que dizem que a amizade é uma alma em dois corpos.
E sucedeu que, acabando ele de falar com Saul, a alma de Jônatas se ligou com a alma de Davi; e Jônatas o amou, como à sua própria alma.1 Sm 18:1
E por último: Se não conseguirmos ser amigos dos homens, como poderemos nos tornar amigos de Deus?
Pense nisso!
Até amanhã!
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Qual o meu foco? Qual é a minha atitude?
Hoje fiz meu devocional em duas etapas. Foi bem melhor que ontem, mas ainda preciso dar mais aquele que me deu a vida eterna.
Mat 13: 1-52
Nesse texto encontramos muito sobre ouvir e ver, como no verso 9:"Quem tem ouvidos [para ouvir], ouça."
Os discípulos foram testemunhas de muito mais do que nos foi revelado através da palavra.
E, tendo chegado a tarde, quando já se estava pondo o sol, trouxeram-lhe todos os que se achavam enfermos, e os endemoninhados.
E toda a cidade se ajuntou à porta.
E curou muitos que se achavam enfermos de diversas enfermidades, e expulsou muitos demônios, porém não deixava falar os demônios, porque o conheciam. Mc 1:32-34
Esse texto mostra de forma generalizada um dia na vida de Jesus. Com certeza isso era uma rotina, pois o escritor não demonstra espanto com o acontecimento.Os discípulos viram esses milagres, ouviram as palavras de Jesus e se tornaram testemunhas efetivas desses fatos, expandindo assim o evangelho por toda a terra.
Nos nossos dias Jesus também tem feito grande coisas. Vemos e ouvimos maravilhas a respeito de Jesus,mas qual é a nossa atitude diante disso? Proclamamos aos quatro ventos? Testemunhamos o que Jesus faz?
Muitas vezes perdemos o nosso tempo com críticas, com problemas. Preferimos focar nos acontecimentos negativos do que nos positivos.
As coisas negativas, os problemas, de maneira nenhuma devem ser ignorados. Antes devem ser tratados para que o corpo se torne cada vez mais curado. Uma noiva linda, adornada a espera do noivo.
Contudo precisamos focar mais naquilo que Jesus está fazendo, precisamos proclamar as curas, as libertações, as transformações de vida.
Muitas vezes depois de um tempo de caminha ao lado de Jesus, esquecemos o que Ele fez nas nossas próprias vidas. Esquecemos-nos a desgraça que vivíamos e o milagre que Ele operou em nós. Parece até que sempre andamos com Jesus.
Precisamos estar com nossos ouvidos abertos e nossos olhos atentos ao que Jesus está fazendo, primeiro na minha vida e depois na do meu próximo.E assim devemos louva-lo e anunciar as suas maravilhas a uma sociedade que anseia por um Deus que ainda muda, que ainda salva, que ainda ama o seu povo.
Não podemos fazer parte daqueles que ouvindo não entedem e vendo não enxergam.
Que o Pai abra nossos olhos e ouvidos e que possamos tomar novas atitudes!
Um Grande Abraço!
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
A Unidade em meio ao Conflito
Olá amigos.
Hoje o dia foi puxado e ao contrário de ontem quando pude dedicar os primeiros minutos do dia ao Senhor, hoje dei a Ele os últimos do dia três e os primeiros do dia quatro. Confesso que não dei o meu melhor, mas estou na luta.
Hoje eu voltei ao livro "O treinamento dos Doze" no capítulo quatro, onde o autor fala justamente sobre o chamado dos Doze. Mat 10:1-4 Lc 6: 12-16.
A análise é muito interessante, pois faz uma reflexão sobre as diferenças marcantes nos personagens que compuseram a equipe de Jesus. E também sobre o fato de muitos deles serem quase que esquecidos pela escritura, não tendo nada de significativo registrado sobre eles.
Mas o que me chamou a atenção hoje foi o contraste existente entre os discípulos. Jesus foi totalmente ilógico nas suas escolhas, pelo menos não usou a lógica humana, pois arregimentou pessoas totalmente despreparadas, sem aparentes características que as qualificassem a tão importante missão.
Talvez a grande característica desses homens fosse justamente que eles não tinham quase nada a oferecer, portanto, quase nada a perder. Contudo eles tinham uma disposição para seguir, deixando tudo para trás. Eles tinham disposição para tornarem-se companheiros daqueles que desprezavam.
Um exemplo disso é Mateus, o cobrador de impostos e Simão, o Zelote. Dá para imaginar um time contendo um cobrador de impostos e um inimigo dos impostos?
Jesus formou sua equipe de Doze de maneira tão estratégica que ela tornou-se uma igreja embrião reunindo uma diversidade de pessoas, cada um com seus ideais, caracteríscicas, histórico. E essa diversidade teve que aprender viver em unidade a fim de glorificar o nome do Senhor e cumprir os seus propósitos.
Nós também como igreja precisamos aprender a viver em unidade em meio ao conflito, a superarmos nossas diferenças em favor do objetivo maior que é o Reino de Deus.
A palavra diz em Gênesis 11 que nada pode impedir um povo que fala a mesma língua de conquistar. Nós não precisamos ser iguais, mas temos que falar a mesma língua, a língua do Reino, a língua do Rei.
Precisamos aprender a respeitar as diferenças dentro das comunidades e dentro do corpo de Cristo, sabendo que Cristo se manifesta na diversidade e a diversidade é necessária, pois a humanidade expressa a diversidade, porém, também expressa a unidade, sendo que todos somos criaturas do Senhor.
Todos os quadros dessa galeria, apesar de diferentes, são assinados pelo mesmo autor, e é a assinatura que torna um quadro especial.
O amor deve ser a nossa marca, e o amor respeita e supera as diferenças. Muitos dos Doze são quase que esquecidos na Bíblia, mas e dai? A Bíblia não é uma biografia dos heróis da fé, mas a Bíblia é uma biografia de Deus. O foco da palavra é Jesus.
Assim também o foco de nossas vidas deve ser Jesus, deixando de lado qualquer diferença com meus irmãos e trabalhando juntos para um mesmo Reino.
Deus abençoe vocês!
domingo, 2 de janeiro de 2011
Por que sofremos?
Meu segundo dia de devocional foi no aeroporto de Porto Alegre. Fui buscar o Tiagão, a Rô, o Miguel e a Clara, aproveitei que o voo deles atrasou e estava de posse de minha Bíblia e de uma revista bem interessante que havia comprado e fiz o devocional no aeroporto mesmo.
Na revista havia uma matéria sobre Joni Eareckson Tada, uma mulher de Deus que há muitos anos é tetraplégica e que agora luta contra um câncer.A matéria chamou muito minha atenção, na verdade comprei a revista só por causa dela.
Quem acompanha minha vida, sabe das dificuldades que eu e a Mariana temos passado nos últimos tempos em relação à saúde dela. Para nós que sabemos o poder do nosso Deus, que conhecemos a sua grandeza e suas promessas, é difícil muitas vezes entender a causa de todos esses acontecimentos. O questionamento do motivo pelo qual a estamos passando por tudo isso se torna inevitável.
Mas ao olhar para vida dessa mulher e para a palavra de Deus, me dei conta de que muitos sofrem muito mais do que nós e nem sempre há uma explicação racional e humana para tudo.
Apenas na eternidade vamos entender, eu acho, os motivos de Deus. No momento nos basta crer que todas as coisas cooperam para o bem dos que amam a Deus.
A mulher da revista, Joni Tada, dirige uma instituição que ajuda muitas pessoa que sofrem como ela, mas que não tem as mesmas condições financeiras. A pergunta é: Será que ela ajudaria alguém se não estivesse ela mesma sofrendo? Pode ser que sim, mas creio que não.
Agora, voltando o olhar para a palavra, quando falamos de sofrimento logo nos lembramos de Jó, então li os primeiros cinco capítulos desse livro. E assim novamente refleti dobre os propósitos eternos de Deus e nas coisas que só vamos entender quando estivermos na eternidade.
Sendo Jó um homem reto e que agradava a Deus, Ele mesmo assim permitiu que esse homem passasse por todo o sofrimento que vocês obviamente conhecem. Deus permitiu também que os filhos de Jó morressem. Pessoas que tinham uma vida inteira pela frente foram ceifadas só para provar a fidelidade de Jó? Será que foi só por isso?
Algo interessante que achei também é quando em Jó 4:4-5 seu amigo o questiona dizendo que muitas vezes Jó confortou pessoas com palavras e agora que ele está sofrendo ele não aguenta? Ou seja, é fácil aconselhar, motivar, mas e quando a luta é sua? Você esmorece?
Talvez esse seja o propósito para enfrentarmos algumas coisas: Aconselhar com conhecimento de causa. Ajudar alguém sabendo na prática o que essa pessoa está vivendo. Não digo que o motivo seja sempre esse, Deus pode apenas estar nos lapidando, ou ainda pode ter outros motivos que só Ele poderá nos contar um dia.
A única coisa que sei, é que se viajarmos pela palavra não encontraremos Deus prometendo moleza aqui na terra, pelo contrário. Em 1 Ped 2:21 somos “prevenidos”que o sofrimento pode fazer parte de nosso caminho e que Jesus é nosso modelo.
Em João 16:33 Jesus afirma que teríamos aflições. Ele não diz: Talvez vocês sofram. Ele diz: Vocês vão sofrer. Mas aguentem firme, eu já venci.
No Salmo 34:19 está escrito: Muitas são aflições dos justos, mas de todas os Senhor os livra. Temos a promessa de livramento, mas não diz que não experimentaríamos um pouquinho de dor.
Ao olharmos por toda a palavra podemos encontrar também exemplos de homens como Davi sofrendo com a perseguição de Saul, ou José sofrendo todo tipo traições e injustiças, mas vemos depois o resultado do agir de Deus na vida desses homens.
Concluindo então, entendo que temos que louvar ao Senhor em todo tempo e circunstâncias, e ter a confiança que apesar de não entendermos certas coisas, tudo passa pela permissão de Deus e tudo coopera para a sua perfeita vontade, tudo coopera para o seu Reino, que não é aqui na terra, limitado pelo tempo, mas é eterno. E nesse Reino sim temos a promessa de gozo eterno. Mat 25:21 e 34.
Deus abençoe vocês!
sábado, 1 de janeiro de 2011
O coração do Pai
Texto Base: Mat 9: 9-13 Mc 2:15-17 Lc 5:27-32
Hoje é o primeiro dia de 2011 e o primeiro dia do meu projeto. Acordei com a ideia fixa que antes de qualquer coisa iria orar e estudar a palavra.
Levantei, escovei meus dentes, afinal não iria falar com Deus com um bafão, né? Coloquei a música Grande é o Senhor (versão Nívea e Adhemar) e comecei a orar. Consagrei a minha vida e esse projeto ao Senhor. Orei para que o Pai me desse um coração igual ao dEle. Um coração apaixonado pela palavra dEle, apaixonado por vidas. Que ele me ensinasse a amar aqueles que ninguém ama, aqueles que não tem dinheiro, que não cheiram bem, que não são tão legais, os marginalizados pela sociedade. Pedi que como os Doze, eu não tivesse medo de largar tudo para O servir, que eu pregasse a Sua palavra a tempo e fora de tempo.
Depois consagrei o restante da minha vida, meu casamento, minhas finanças, meu trabalho. Intercedi pela minha família e amigos. Pedi que Ele levante pessoas para alcançar aqueles que eu não consigo, como meu pai, que está longe e meio que incomunicável. E finalizando fiz um pedido especial, que não sinto de compartilhar agora.
Terminada a oração fui para a palavra. Estou lendo o livro: O treinamento dos Doze, A.B. Bruce. O estou lendo em forma de devocional e o texto de hoje veio de encontro com minhas orações.
O autor falou sobre o chamado de Mateus, um homem que não traria em um primeiro momento boa fama para sua equipe. Um homem desprezado e odiado por sua profissão que oprimia o povo de Deus, um pecador que andava com pecadores.
Jesus então foi questionado. Como pode um mestre que opera maravilhas andar com esse tipo de pessoas, se misturar com os piores da sociedade, com os imundos e pecadores? E ai o nosso Jesus maravilhoso destila todo seu amor afirmando que o médico não vem para os que estão bem, mas para os doentes.
Jesus veio para todos aqueles que reconhecem que precisam dEle, para os desprezados, para os pecadores, para os que não são ninguém. Ele não veio para estar com os arrogantes, com aqueles que se acham superiores e perfeitos.
Mas e quanto a nós? Será que nossas igrejas refletem esse Jesus? Será que estamos interessados nos bêbados, drogados, ladrões, corruptos? Ou será que estamos interessados apenas naqueles que já vivem uma vida relativamente boa, que podem nos oferecer algo?
Quando nós passamos ao lado de um mendigo na rua, qual o nosso pensamento? Será que julgamos ser um vagabundo que não quer nada da vida ou somos movidos de compaixão e questionamos quais as circunstâncias que o levaram a tal destruição? Questionamos qual legalidade Satanás possuí para levar aquela vida a tamanha degradação?
A marca do evangelho precisa ser o amor. A igreja deve ser o lugar onde as pessoas são aceitas independentemente de seus erros. Onde não são julgadas, mas são amadas e recebem suporte. Não importa se elas caem, se são fracas, a parte que nos cabe é ter misericórdia e estender as mãos sempre. Jesus é o único que tem o direto de colocar um ponto final na história de alguém. A nós cabe o amor!
Deus abençoe vocês
Até amanha!
Hoje é o primeiro dia de 2011 e o primeiro dia do meu projeto. Acordei com a ideia fixa que antes de qualquer coisa iria orar e estudar a palavra.
Levantei, escovei meus dentes, afinal não iria falar com Deus com um bafão, né? Coloquei a música Grande é o Senhor (versão Nívea e Adhemar) e comecei a orar. Consagrei a minha vida e esse projeto ao Senhor. Orei para que o Pai me desse um coração igual ao dEle. Um coração apaixonado pela palavra dEle, apaixonado por vidas. Que ele me ensinasse a amar aqueles que ninguém ama, aqueles que não tem dinheiro, que não cheiram bem, que não são tão legais, os marginalizados pela sociedade. Pedi que como os Doze, eu não tivesse medo de largar tudo para O servir, que eu pregasse a Sua palavra a tempo e fora de tempo.
Depois consagrei o restante da minha vida, meu casamento, minhas finanças, meu trabalho. Intercedi pela minha família e amigos. Pedi que Ele levante pessoas para alcançar aqueles que eu não consigo, como meu pai, que está longe e meio que incomunicável. E finalizando fiz um pedido especial, que não sinto de compartilhar agora.
Terminada a oração fui para a palavra. Estou lendo o livro: O treinamento dos Doze, A.B. Bruce. O estou lendo em forma de devocional e o texto de hoje veio de encontro com minhas orações.
O autor falou sobre o chamado de Mateus, um homem que não traria em um primeiro momento boa fama para sua equipe. Um homem desprezado e odiado por sua profissão que oprimia o povo de Deus, um pecador que andava com pecadores.
Jesus então foi questionado. Como pode um mestre que opera maravilhas andar com esse tipo de pessoas, se misturar com os piores da sociedade, com os imundos e pecadores? E ai o nosso Jesus maravilhoso destila todo seu amor afirmando que o médico não vem para os que estão bem, mas para os doentes.
Jesus veio para todos aqueles que reconhecem que precisam dEle, para os desprezados, para os pecadores, para os que não são ninguém. Ele não veio para estar com os arrogantes, com aqueles que se acham superiores e perfeitos.
Mas e quanto a nós? Será que nossas igrejas refletem esse Jesus? Será que estamos interessados nos bêbados, drogados, ladrões, corruptos? Ou será que estamos interessados apenas naqueles que já vivem uma vida relativamente boa, que podem nos oferecer algo?
Quando nós passamos ao lado de um mendigo na rua, qual o nosso pensamento? Será que julgamos ser um vagabundo que não quer nada da vida ou somos movidos de compaixão e questionamos quais as circunstâncias que o levaram a tal destruição? Questionamos qual legalidade Satanás possuí para levar aquela vida a tamanha degradação?
A marca do evangelho precisa ser o amor. A igreja deve ser o lugar onde as pessoas são aceitas independentemente de seus erros. Onde não são julgadas, mas são amadas e recebem suporte. Não importa se elas caem, se são fracas, a parte que nos cabe é ter misericórdia e estender as mãos sempre. Jesus é o único que tem o direto de colocar um ponto final na história de alguém. A nós cabe o amor!
Deus abençoe vocês
Até amanha!
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