Mat 6: 5-13 7:7-11 Lc 11:5-8 Lc 18:1-5
Há algum tempo o Senhor tem me incomodado a respeito da oração.
Existem muitas coisas que preciso melhorar nesse assunto, mas o que mais me incomoda é em relação a perseverança.
Nesse tempo de tribulação que eu e a Mary, junto com toda a família, estamos enfrentando me questionei várias vezes sobre a minha fé. Se realmente eu creio que Deus pode e quer a cura da Mary, ou quando oro a respeito de qualquer outra coisa que eu sei que está de acordo com sua palavra e suas promessas, eu deveria insistir até receber.
O que normalmente faço é orar, talvez algumas vezes e depois até esquecer do que pedi. Recebi ontem mesmo a notícia do falecimento de uma criança pela qual orei, pedi oração na igreja, mas que com certeza poderia ter batido mais na porta do Senhor, poderia ter clamadado mais.
Eu deveria fazer como Abraão e ficar buscando achar um meio de tocar o coração do Pai para livrar alguém, ou para conquistar algo.
Deveria ser importuno e ficar no ouvido do Pai até ele me dar uma resposta clara. Nem que seja um não, mas que seja claro. O problema é que geralmente me conformo com o silêncio e com a dúvida.
Uma criança quando quer algo fica choramingando no ouvido do pai, insiste até o limite, até o pai conceder ou ameaçar bater. E quando é uma criança esperta, ela busca meios, tenta agradar o pai, tenta se mostrar merecedora, o que ela não faz é desistir.
Creio que devemos nos colocar assim diante do nosso Pai também, como crianças insistentes e que vão fazer de tudo pro Pai dar o que elas querem.
O que não podemos é orar e desistir, como se estivéssemos pedindo algo sem a menor importância, algo que era só uma vontade boba.
Se realmente o que pedimos move o nosso coração, precisamos perseverar.
Um grande abraço!
Eu preciso perseverar mais nas minha orações...obrigada por essa Palavra..Deus abençoe!!
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